Genocídio intelectual

Porque visitar Santarém, no Pará? VEJA AQUI!

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A segunda maior cidade do Pará, Santarém é uma sonolenta e interessante cidade portuária do rio. De barco fica a cerca de 50 horas Rio Acima de Belém, isso sem contar que de carro, ainda será preciso se informar com o Detran PA, e é um lugar que vale a pena parar se você estiver subindo ou descendo a Amazônia entre Belém e Manaus.

Além de oferecer um vislumbre em primeira mão da cultura amazônica, a região circundante possui tesouros naturais de grande beleza que podem facilmente transformar qualquer “escala” em uma semana de estadia. O destino mais popular são as praias de areia branca da vizinha Alter do Chão, que são famosas (e não injustamente) pelo serviço de turismo do Estado como o “Caribe Amazônico”.

Floresta Nacional de Tapajós

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Embora Santarém Receba menos chuva do que Belém ou Manaus, a paisagem circundante, grande parte dela bastante intacta, é uma mistura cênica de zonas úmidas e floresta tropical. Faça uma das várias viagens para cima e para baixo do Rio Tapajós, um afluente da Amazônia, ou para a Floresta Nacional do Tapajós, um parque nacional, para ter um gosto de floresta virgem.

Santarém está localizado na confluência do Rio Tapajós e do Rio Amazonas, e o encontro das águas azuis-verdes dos Tapajós com o rio Amazonas de cor marrom leitosa é uma visão que rivaliza com a fusão mais celebrada do Rio Negro com o Rio Solimões em Manaus. Durante a estação seca (junho-Dezembro), o Tapajós recua por vários metros, expondo uma sedutora cadeia de praias de areia cobertas por vegetação verdejante.

Rio Tapajós

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Como fonte de vida e de subsistência, o Rio Tapajós tem uma longa história que remonta às primeiras civilizações das Américas. Evidências arqueológicas revelam a presença de grupos indígenas pré-históricos que pescavam ao longo das margens do rio e plantavam milho nas colinas férteis em torno de Santarém.

Nas falésias ao redor da cidade de Monte Alegre, eles deixaram pinturas em cavernas e em rochas que datam de há 12.000 anos. Outras escavações desenterraram fragmentos de cerâmica que se revelaram muito mais antigos do que a maioria dos outros vestígios de povos indígenas nas Américas.



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